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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Memorial Erico Verissimo aberto para visitação


O CCCEV inaugurou ontem, às 12h, o Memorial Erico Verissimo em cerimônia que contou com a presença do Secretário Estadual de Cultura, Luis Antônio de Assis Brasil, do filho do escritor, Luis Fernando Verissimo, do presidente do Grupo CEEE, Sérgio Souza Dias, da diretora do CCCEV, Regina Ungaretti  e do Presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter.  Uma coletânea com mais de três mil itens, divididos entre eles 34 volumes originais, manuscritos, correspondências, desenhos, fotos, mapas, vídeos, filmes e fortuna crítica, compõe o rico acervo que ocupará dois dos seis andares do prédio. Logo após a cerimônia, o Memorial recebeu a visita de um grupo de alunos do Programa Aluno Cidadão.
O horário de visitação é das 10h às 19h e aos sábados das 11h às 18h.





































 
 
Fotos: Fernando C. Vieira e Guga Marques / Comunicação CEEE

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Artistas Ilustradores – A Modernidade Impressa nas Publicações da Antiga Editora Globo é o tema da nova exposição no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo

Mostra que abre no dia 12 de setembro resgata a memória gráfica da antiga
 Editora Globo, que estaria completando 130 anos


Inaugura no próximo dia 12 de setembro, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, em Porto Alegre, a exposição Artistas Ilustradores – A Modernidade Impressa nas publicações da antiga Editora Globo. A mostra, com pesquisa e curadoria de Paula Ramos, apresenta livros, revistas, cartazes, ilustrações, além de um amplo painel histórico e didático sobre a importância da Globo para o cenário cultural sul-rio-grandense e brasileiro. De caráter memorialista, recupera a produção gráfica de uma das mais importantes editoras brasileiras do Século XX, que estaria completando 130 anos.

A exposição está relacionada às investigações de Mestrado e Doutorado de Paula Ramos, realizadas junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS e defendidas em 2002 e 2007. Nessas pesquisas, a autora discute a emergência de uma visualidade moderna pela ilustração, analisando a obra gráfica dos mais atuantes ilustradores da Globo na primeira metade do Século passado: João Fahrion (1898–1970), Edgar Koetz (1913–1969) e Nelson Boeira Faedrich (1912–1994).

Artistas Ilustradores – A Modernidade Impressa nas publicações da antiga Editora Globo é projeto realizado com recursos do FAC, Fundo de Apoio à Cultura do Estado (Pró-Cultura RS FAC – Lei 13.490/10, Edital 02/2012). No primeiro semestre de 2015 será lançado o livro homônimo, projeto contemplado com o edital Petrobras Cultural 2012 – Memória das Artes, e patrocinado pela Petrobras.

SOBRE A EDITORA GLOBO

Quando se fala em “Editora Globo” nos dias de hoje, pensa-se instantaneamente nas Organizações Globo, conglomerado da área da comunicação estruturado pelo jornalista Roberto Marinho, no Rio de Janeiro. Entretanto, ao longo de décadas, a marca “Globo” esteve relacionada a outro cenário: Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

Surgida em 1883 como uma modesta papelaria junto à antiga Rua da Praia, a Livraria do Globo (mais tarde, Editora Globo) foi não somente uma das mais prósperas empresas sulinas do Século XX, como revolucionou o cenário editorial e a linguagem gráfica brasileira. Foi a Globo que traduziu pela primeira vez para o português autores fundamentais como Thomas Mann, Virginia Woolf, Aldous Huxley, Somerset Maugham e William Faulkner. Também foi a Globo que revelou escritores como Erico Verissimo, Mário Quintana, Augusto Meyer, Moysés Vellinho e Dyonélio Machado.

Os livros, revistas e impressos da Globo recebiam um tratamento gráfico ímpar. Capas, ilustrações, vinhetas e anúncios publicitários ficavam a cargo de alguns dos mais respeitados artistas daquele momento, que trabalhavam para a editora no ofício de ilustradores. João Fahrion (1898–1970), Edgar Koetz (1914–1969), Nelson Boeira Faedrich (1912–1994) e Sotéro Cosme (1901–1978), entre outros, fizeram a excelência visual das publicações da Globo na primeira metade do século XX. Eles trabalhavam na chamada “Secção de Desenho”, sob a supervisão do alemão Ernst Zeuner (1895–1967).
SOBRE A AUTORA
Paula Ramos (Caxias do Sul, RS, 1974) é crítica de arte, professora e pesquisadora do Instituto de Artes da UFRGS, onde coordena o Bacharelado em História da Arte. Mestre (UFRGS, 2002) e Doutora (UFRGS, 2007) em Artes Visuais, ênfase em História, Teoria e Crítica de Arte. Professora dos cursos de graduação em História da Arte e Artes Visuais da UFRGS, bem como do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da mesma Universidade. É autora e organizadora de vários livros e publicações no segmento de cultura e artes visuais, com destaque para A Madrugada da Modernidade (Porto Alegre: Editora UniRitter, 2006), Frantz – O Ateliê como Pintura (Porto Alegre: Edição do Autor, 2011), Beatriz Balen Susin – Transfigurações do Real (Porto Alegre: Edição do Autor, 2011), A Fotografia de Luiz Carlos Felizardo (Porto Alegre: FestFotoPoA, 2011). Entre as distinções recebidas, ênfase para Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade IPHAN – Categoria Divulgação, pela série Conhecer para Preservar (IPHAN, 2004); Prêmio UniTV – Destaque Cultural, pela publicação A Madrugada da Modernidade (UniTV, 2006); Prêmio Açorianos de Artes Plásticas 2011 – Categoria Curadoria, pela exposição Frantz – O Ateliê como Pintura (MACRS, 2011); Prêmio Açorianos de Artes Plásticas 2012 – Categoria Curadoria, pela exposição Idades Contemporâneas – Diante da Matéria (MACRS, 2012). Vive e trabalha em Porto Alegre.

SERVIÇO:
O quê
Artistas Ilustradores – A Modernidade Impressa nas publicações da antiga Editora Globo, com pesquisa e curadoria de Paula Ramos
Quando
Abertura em 12 de setembro de 2013, às 19h
Visitação de 13 de setembro de 2013 a 23 de outubro de 2013
Terça a sexta-feira, das 10 às 19h; sábado, das 11 às 18h
Onde
Sala O Arquipélago do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo
Rua dos Andradas, 1223 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS

Maiores informações
(55) 51 3226-7974 – www.cccev.com.br
(55) 51 9309-2887– Paula Ramos

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Exposições que mostram a cultura de Açores podem ser visitadas até o dia 04 de maio


As exposições “Fez-se Luz” e “Destinos D’Além Mar” , que integram o projeto Legado Açoriano – Povoamento, Cultura e Tradição, ficam no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV), em Porto Alegre, até o dia 04 de maio próximo. As atrações, que já foram visitadas por cerca de mil pessoas desde a abertura em 20 de março, resgatam os traços culturais de influência açoriana do povo gaúcho e incluíram atividades diversificadas, além das duas mostras, como oficinas, saraus, lançamento de livro e apresentações de dança.
 
  Em Fez-se Luz, Catarina Branco montou na sala “O Arquipélago” uma obra de 40m², feita sobre 46 retângulos e com a utilização de 60 quilos de confetes coloridos de papel. Em cada obra, e conforme o ambiente, a artista faz um circuito pessoal, deixando espaços para que o espectador crie a sua própria produção. A peça de chão está ligada à história pessoal da artista e a sua vivência nos Fenais da Luz, onde conviveu com as tradições do recorte de papel, o aproveitamento dos materiais perecíveis e a construção dos tapetes de flores para as procissões religiosas. Segundo a curadora da mostra, Fátima Mota, deixar uma das matrizes sem material foi opcional e teve a intenção de fazer com que o visitante entenda melhor a obra, que parte de retângulos absolutamente idênticos, mas que após receber os confetes coloridos produzem formas diferenciadas e únicas.
No espaço do café, a exposição em cartaz é “Destinos d’Além Mar”, formada por 31 imagens do fotógrafo gaúcho Rodrigo Schneider. As imagens retratam as cidades de Lisboa e de Ponta Delgada, Ilha de São Miguel nos Açores (cidade onde vive Catarina Branco) e foram feitas durante estudos para a realização do Projeto Legado Açoriano.
O CCCEV funciona de terça à sexta-feira, das 10 às 19 horas e, aos sábados, das 11 às 18 horas. No dia 1º de maio, a casa estará fechada.

 

quarta-feira, 20 de março de 2013

A abertura do Projeto Legado Açoriano – Povoamento, Cultura e Tradição


Exposições, oficinas, danças e saraus integram o projeto Legado Açoriano  –  Povoamento, Cultura e Tradição e ocupam as salas da casa no Centro Histórico da capital gaúcha até o dia 04 de maio
Em homenagem à Semana de Aniversário pelos 241 anos de Porto Alegre, a partir desta quarta-feira, 20, o público pode conferir duas exposições no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV), atividades que integram o projeto Legado Açoriano – Povoamento, Cultura e Tradição. As atrações, organizadas em conjunto com o Instituto Cultural Português pelas comemorações do ano de Portugal no Brasil, resgatam os traços culturais de influência açoriana do povo gaúcho e envolvem atividades diversificadas, incluindo, além das duas mostras, oficinas, saraus, lançamento de livro e apresentações de dança.

Catarina Branco, artista da exposição "Fez-se Luz", que utiliza confetes coloridos de papel


Obra utiliza o chão da sala "O Arquipélago"


Exposição pode ser visitada até 04 de maio


Abertura do projeto, dia 19, no Auditório Barbosa Lessa


Exposição Destinos d'Além Mar: as imagens do fotógrafo gaúcho 
Rodrigo Schneider, feitas em Lisboa e Ponta Delgada


Curadoria é de Fátima Mota

Fotos: Guga Marques / Comunicação Grupo CEEE

Outras atividades que integram o projeto
 
Na quarta-feira ainda (20), às 18 horas, na sala “Noé de Mello Freitas”, Catarina Branco fala  sobre o seu trabalho e a sua técnica de criação.
 
No sábado, dia 23, das 10 às 12 horas e das 14h30 às 18 horas, serão realizadas oficinas de danças açorianas, com Ronete Esteves Elias. As vagas são limitadas e o ingresso é um quilo de alimento não perecível.

Na quarta-feira, 27, às 19h30, o Sarau no Quarto, um projeto que acontece mensalmente no CCCEV, agrega-se ao Legado Açoriano em uma edição especial com o tema Canta e Conta Portugal, em homenagem ao poeta Vitorino Nemésio, com participação especial de Luís Ramos. O ingresso ao espetáculo aberto, no Auditório Barbosa Lessa, também é um quilo de alimento não perecível.
 
Nesse mesmo dia, antes do ínício do sarau, às 18 horas, ocorre a sessão solene de louvor das cidades geminadas Porto Alegre e Ribeira Grande e o lançamento do livro de poesias de dez poetas das duas localidades, cinco de Porto Alegre e cinco de Açores. A obra é uma homenagem aos 241 anos da capital gaúcha.
 
No dia 06 de maio, ocorre uma oficina especial de releitura da obra de Catarina Branco, destina às crianças de escolas públicas que tiverem realizado a visita guiada à exposição. O material utilizado nessa atividade será o mesmo exibido na obra de chão realizada pela artista portuguesa. Os professores interessados em trazer grupos à oficina deverão inscrever-se para o painel do dia 20 de março, com Catarina Branco.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Um pouco da cultura portuguesa no CCCEV

O CCCEV e o Instituto Cultural Português apresentam ao público, a partir do dia 20 de março,  o projeto Legado Açoriano – Povoamento, Cultura e Tradição, que resgata os traços culturais de influência açoriana do povo gaúcho, promovendo atividades histórico culturais diversificadas. Na programação, que integra-se às comemorações do ano de Portugal no Brasil, haverá exposições, oficinas, shows, danças, palestras e lançamento de livro.

Entre as exposições, “Fez-se Luz”, de Catarina Branco, artista plástica açoriana, e “Destinos d’Além Mar”, do fotógrafo gaúcho Rodrigo Schneider. Todas as atividades são gratuitas. A partir da quarta-feira, 20, até 04 de maio, todos os espaços da casa que abrigarão atividades do projeto poderão ser visitados pelo público. O local funciona de terça à sexta-feira, das 10 às 19 horas e, aos sábados, das 11 às 18 horas. Durante a Páscoa, nos dias 28, 29 e 30 de março e no dia do trabalhador, 1º de maio, o CCCEV estará fechado.

Fez-se Luz, de Catarina Branco

Catarina Branco nasceu em São Miguel, Açores, em 1974, e viveu a sua infância e adolescência nos Fenais da Luz, freguesia rural de Ponta Delgada, região de Açores, em Portugal. Em 2000, terminou a licenciatura em pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e, a partir daí, tem apresentado os seus trabalhos em exposições individuais e coletivas.

É a primeira vez que a artista expõe no Rio Grande do Sul. Em Fez-se Luz, Catarina irá apresentar a obra de chão, elaborada a partir de um molde criado por ela e confeccionado em madeira. Tendo como base o desenho nessa matriz, a obra será executada especialmente para o espaço do CCCEV, com a utilização de 60 quilos de confetes coloridos de papel (uma parte do Brasil e outra que vem de Portugal). Além disso, vitrines abrigarão livros, trabalhos de papel e outras peças, como a coroa do Espírito Santo pequena, uma pomba do Espírito Santo de seda bordada e algumas flores de escama de peixe. Estes últimos objetos foram cedidos à exposição pelo Museu Açoriano.

Na opinião da curadora da exposição “Fez-se Luz”, Fátima Mota, “a peça de chão, que cobre grande parte da área expositiva, está diretamente ligada à história pessoal da artista e a sua vivência enquanto criança nos Fenais da Luz, na ligação com a sua avó paterna que lhe legou as tradições do recorte de papel, o aproveitamento dos materiais perecíveis, a construção dos tapetes de flores para as procissões religiosas e o lado lúdico de alguém que vivia feliz no espaço contido da sua casa. Esta é, igualmente, uma forma de viagem mas, desta vez, em direcção ao interior, ao íntimo.”
A outra exposição, “Destinos d’Além Mar”, reunirá 31 imagens capturadas por Rodrigo Schneider na cidade de Lisboa e na cidade de Ponta Delgada, Ilha de São Miguel nos Açores (cidade onde vive Catarina Branco) durante estudos para a realização do Projeto Legado Açoriano.

Outras atividades

Paralelo às exposições, ocorrerão atividades complementares e gratuitas. No dia 20, às 18 horas, na sala “Noé de Mello Freitas”, haverá um painel com Catarina Branco falando sobre o seu trabalho e a sua técnica de criação. No dia 23 de março, das 10 às 12 horas e das 14h30 às 18 horas, serão realizadas oficinas de danças açorianas, com Ronete Esteves Elias. As vagas são limitadas e o ingresso é um quilo de alimento não perecível.

Na quarta-feira, 27 de março, às 19h30, o Sarau no Quarto, um projeto que acontece mensalmente no CCCEV, agrega-se ao Legado Açoriano em uma edição especial com o tema Canta e Conta Portugal, em homenagem ao poeta Vitorino Nemésio, com participação especial de Luís Ramos. O ingresso ao espetáculo aberto, no Auditório Barbosa Lessa (4º andar do CCCEV), também é um quilo de alimento não perecível.

Antes do ínício do sarau, às 18 horas, ocorre a sessão solene de louvor das cidades geminadas Porto Alegre e Ribeira Grande e o lançamento do livro de poesias de dez poetas das duas localidades, cinco de Porto Alegre e cinco de Açores. A obra é uma homenagem à Semana de Porto Alegre, que no dia anterior (26 de março) estará comemorando 241 anos.

No dia 06 de maio, o CCCEV coordenará uma oficina de releitura da obra de Catarina Branco, destina às crianças de escolas públicas que tiverem realizado a visita guiada à exposição. O material utilizado nessa atividade será aquele que fora exibido na obra de chão realizada pela artista portuguesa. Os professores interessados em trazer grupos à oficina deverão inscrever-se para o painel do dia 20 de março, com Catarina Branco.
 
Serviço:

Projeto Legado Açoriano – Povoamento, Cultura e Tradição, com as  exposições: “Fez-se Luz”, de Catarina Branco e Curadoria de Fátima Mota, na sala “O Arquipélago”; e “Destinos D’Além Mar - Uma viagem pela cultura luso-açoriana, do fotógrafo Rodrigo H. Schneider, no mezanino do 1º andar (Café).
O projeto contempla, ainda, oficinas, shows, danças, palestras e lançamento de livro.

Abertura para convidados: Dia 19 de março, às 19 horas.
Visitação: De 20 de março a 05 de maio.
Horário: De terça à sexta-feira, das 10 às 19h e, nos sábados, das 11 às 18 horas. O CCCEV não abre aos domingos, e também estará fechado ao público nos dias 28, 29 e 30 de março e 1º de maio.
Onde: Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (rua dos Andradas, 1223 – Centro Histórico de Porto Alegre)
Quanto: Atividades gratuitas
Informações: (51) 3226.7974 ou 3228.9710

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O Tempo e o Vento, o filme.

 
A última quarta-feira, 12, foi marcada pela exibição do promo do filme O Tempo e o Vento, de Jayme Monjardim, com exibição de fotos das gravações e da cidade cenográfica construída em Bagé. O público pode escutar relatos e comentários realizados pelo produtor cinematográfico Beto Rodrigues e o ator Leonardo Machado, e interagiu com perguntas e impressões.



Entre as fotos apresentadas, Beto mostra detalhes da cidade cenográfica, construída em Bagé/RS.
Leonardo e Beto, falam sobre as gravações, bastidores e locações do filme de Monjardin, que será lançado em 2013. O longa é uma adaptação livre da obra "O Continente", de Erico Verissimo.


Beto Rodrigues
Leonardo Machado

 Fotos: Guga Marques

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Escola da Vila Umbu visita CCCEV



Hoje, 19 de outubro, ocorreu a visita dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Normélio Pereira de Barcelos. Cerca de 100 alunos (divididos entre manhã e tarde) puderam contatar com a exposição UMBU – Coletivo Milvus, que retrata a realidade que faz parte de suas vidas.



Estigmatizada por ser uma vila com muita violência, a comunidade localizada no município de Alvorada, pode ser retratada com um olhar mais sensível. O que se viu na exposição foram pessoas que batalham todos os dias por uma vida mais digna. Os estudantes participaram ativamente, reconhecendo lugares, pessoas e concordando com a visão humana que foi dada à Vila Umbu pelos fotógrafos Jorge Aguiar e Tadeu Vilani.



Os alunos foram recepcionados pela coordenadora cultural, Sabrina Lindemann, que bateu um papo sobre a concepção, construção e realização da Mostra. Acompanhados pelas professoras Dirce, Malgarete, Priscila, Carla, Lisiane, Simone e Cristine, os alunos deixaram mensagens nas paredes da sala de exposição de tudo o que viram e sentiram durante a visita. Aproveitaram a oportunidade para visitar também o Mergs – Museu da Eletricidade do Rio Grande do Sul.



Por se tratar de uma escola situada na Vila Umbu, esta visita foi especial e marcou o encerramento da exposição que estava no CCCEV desde o dia 22 de setembro. Confira mais fotos no Flickr.